Crónicas de uma miúda em Erasmus #5

quarta-feira, maio 20, 2015



A minha avó chamava-lhe "trovoadinha", talvez na tentativa de amenizar o bicho ao usar um diminutivo fofinho. Não sei se isto está nos genes e é herança de família, mas sei que tenho um medo que me pelo de tudo o que é "trovoadinha". Viro criança novamente e conto os segundos para que passe.
E agora aqui estou eu, nos últimos dias desta aventura a descobrir as trovoadas de Budapeste, sozinha no quarto (o rapaz esteve aqui 3 semanas e deixou-me mal habituada!) e ansiosa para que os ponteiros do relógio corram e chegue segunda-feira.

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2 comentários

  1. também tenho imenso medo. Quando estou em casa, continuo a correr para ao pé da minha mãe (ela adora trovoada). Sozinha, simplesmente espero não morrer haha

    Isa,
    http://isamirtilo.blogspot.pt/

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  2. É algo que não me faz confusão nenhuma :)

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